HIPOTIREOIDISMO – Alguns aspectos para você refletir sobre…

Antes de começar no assunto de HIPOTIREOIDISMO, aprenda o BÁSICO sobre a Tireoide.

Quando o assunto é HIPOTIREOIDISMO, entenda:

  • Muita gente tem e não sabe.
  • Pode causar ou manter/agravar muitos sintomas e doenças.
  • Muitos pacientes têm avaliação INCOMPLETA ou até inadequada das suas tireoides, hormônios por ela produzidos e seus efeitos em corpo e mente – isso acaba gerando tratamentos insuficientes ou até errados, por vezes.
  • Tratar corretamente o hipotireoidismo é muito mais do que “só” passar Puran, Euthyrox, Synthroid ou Levoid (e similares, Levotiroxina Sódica) para os pacientes.

Quer saber disso e muito mais?

Então assista os vídeos abaixo, ATUALIZADOS, sobre o assunto.

VÍDEO 1:

VÍDEO 2:

VÍDEO 3:

VÍDEO 4:

Alguns aspectos abordados nos vídeos:

  • Muitos casos de hipotireoidismo por aí, sobretudo em mulheres
  • Muitos sintomas ou doenças tratados com remédios quando, na verdade, são causados ou agravados por hipotireoidismo
  • Detalhes sobre a tireoide, onde fica, para que serve, como funciona, quem controla, o que produz:
  • Produz sobretudo T4 e pouco T3
  • Função FINAL da atuação da tireoide: produzir T3 para o organismo (via T4 que produz e é convertido em T3 no corpo!)
  • O que é Hipotireoidismo? Carência de T4 (que vai virar pouco T3) ou diretamente a carência de T3!
  • Quem pode diagnosticar e tratar (não só endócrinos!)

Busque profissionais que vão além de apenas prescrever T4 e aumentar doses, que façam diagnóstico de Hashimoto, mas que também tomem medidas para melhorar/impedir a progressão da doença, levando em consideração o contexto e outros fatores que afetam.

Sintomas de Hipotireoidismo:

  • Cansaço
  • Constipação
  • Dormir demais, sonolência diurna
  • Tristeza ou depressão (afeta também a serotonina), além de irritabilidade e ansiedade
  • Queda de cabelo, unhas quebradiças e pele seca
  • Ganho repentino de peso (que pode incluir retenção de água e ganho de gordura!)
  • Sensação constante de frio ou sensibilidade ao frio
  • Diminuição da libido
  • Dores musculares e fisgadas repentinas sem motivo aparente
  • Bradicardia
  • Confusão mental, lentidão e distúrbios de memória
  • Pressão alta (mucina, excesso de colesterol/triglicerídeos)
  • Aumento do apetite e mudanças nos gostos alimentares (busca de mais energia nos alimentos)
  • RARO: Apenas em casos mais avançados – desconforto no pescoço e garganta

Fatores de estilo de vida relevantes:

  • Consumo adequado de tirosina, iodo, ferro, cobre, zinco e selênio
  • Papel de outros hormônios: leptina, progesterona, testosterona
  • Exposição a metais pesados ​​e toxinas (incluindo flúor)

Exames para diagnóstico:

  • Exames de tireoide e correlatos diretos (TSH, T3 livre, T3 reverso, T4 livre, tiroglobulina, anti-TPO, anti-tireoglobulina)
  • Imagem? Nódulos e cistos não necessariamente afetam a função da tireoide!

HIPOTIREOIDISMO – Ainda mais alguns aspectos para você refletir sobre…

Agora alguns pontos a mais para você pensar:

1 – Como você acha que a tireoide vai conseguir fabricar T4 se seu organismo não receber quantidades suficientes dos nutrientes básicos de que precisa para isso (por exemplo, o aminoácido tirosina e o mineral iodo)? Ou seja: em muitos casos, não seria interessante, antes de dar T4, primeiramente fornecer ao organismo a matéria-prima necessária para produzir seus hormônios? Não pode ser isso o que está faltando (ou principalmente isso)?

2 – Muitas vezes uma tireoide “preguiçosa” está só obedecendo ordens cerebrais compatíveis com um “organismo preguiçoso”, ou seja, quando você aumentar seu grau de atividade diária e de bons hábitos de vida, ela (a tireoide) “acorda”, junto ao seu metabolismo: sem bons hábitos de vida, nem a tireoide funciona direito e nem seu T4 será adequadamente convertido em T3;

3 – Se seu organismo não tem boa conversão de T4 em T3, o que é comum hoje em dia (por exemplo, por falta de Selênio, Zinco ou Testosterona), você pode usar todo o T4 do mundo que possivelmente continuará com sintomas de hipotireoidismo, já que é o T3 o hormônio realmente ativo da tireoide;

4 – Se seu sistema imunológico estiver desequilibrado, pode atacar a tireoide e isso levar a distúrbios, ou seja, equilibre-o! O que principalmente desequilibra o sistema imunológico: hábitos de vida ruins (Saiba quais e como melhorar: https://icaro.tagset.me/15habitos/ e https://icaro.tagset.me/SAUDE/ ) e estresse;

5 – Hormônios interagem/atuam uns com os outros: MUITAS vezes são desequilíbrios de outros hormônios a causa (ou fator de piora) do funcionamento da tireoide. Ou seja: avaliar e “tratar” a tireoide como se fosse peça isolada do organismo é muitas vezes causa de insucesso ou de resultados insatisfatórios…

HIPOTIREOIDISMO – REFERÊNCIA RÁPIDA

⚠️ O que você mais precisa saber (na minha opinião, embasada):

✅ Você vive cansado(a), com queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, intestino preso, pele ressecada, raciocínio lento, desânimo, mãos e pés gelados, inchaço e dificuldade para emagrecer?
Atenção: esses podem ser sintomas de hipotireoidismo. Se você se identificou, leia até o fim.

✅ Existe o hipotireoidismo clássico: quando a própria glândula tireoide não consegue produzir hormônios tireoidianos em quantidade suficiente para o organismo.
Mas existe um detalhe importante:
Nem todo mundo que apresenta sintomas compatíveis com hipotireoidismo necessariamente tem uma tireoide incapaz de funcionar direito.

✅ O T4 produzido pela tireoide é predominantemente um pró-hormônio. Grande parte de sua ação biológica depende da conversão periférica em T3, que é o “efetivo” nos tecidos.
Essa conversão pode ser influenciada por diversos fatores, como estado nutricional, doenças sistêmicas, inflamação, estresse fisiológico, sono, exercícios e alterações metabólicas.

✅ E a tireoide precisa de nutrientes para funcionar adequadamente.
Iodo e selênio são especialmente importantes, enquanto ferro e zinco também participam de processos relacionados à produção e ao metabolismo dos hormônios tireoidianos.
Por isso, deficiências nutricionais merecem ser investigadas e supridas.

Atenção ao iodo: tanto a deficiência quanto o excesso podem prejudicar a tireoide (mais não significa “melhor”) – e excessos de flúor, cloro e de bromo (da panificação, por exemplo) podem reduzir a disponibilidade de iodo.

✅ Outro ponto fundamental:
Levotiroxina é T4.
Ela é o tratamento padrão e extremamente importante para muitos pacientes com hipotireoidismo. Porém, quando uma pessoa continua apresentando sintomas, vale investigar se o diagnóstico está correto, se a dose está adequada, se há boa adesão e absorção do medicamento e se existem outras condições explicando aqueles sintomas (por exemplo, estilo de vida ruim pode levar aos mesmos sintomas e até prejudicar a tireoide e os efeitos dos seus hormônios).

✅ E quando a causa é tireoidite de Hashimoto, estamos diante de uma doença autoimune.
Nesses casos, não basta olhar apenas para o número do TSH.
É importante compreender o contexto: anticorpos, função tireoidiana, estado nutricional, medicamentos, sono, estresse, alimentação, atividade física e outras condições que possam estar contribuindo para os sintomas.
Usar T4 e continuar se sentindo mal não significa automaticamente que “o T4 não virou T3”.
Significa que é hora de investigar melhor.
Porque cansaço, queda de cabelo, intestino preso e dificuldade para emagrecer também podem ocorrer por diversas outras razões.
E é justamente aí que uma avaliação médica cuidadosa faz diferença.

💡 O básico continua sendo o mais poderoso e eficaz: alimentação adequada, atividade física, sono de qualidade, controle do estresse e adequada hidratação fazem parte da saúde metabólica — inclusive da saúde da tireoide.

Viu que PRECISA estudar mais?

E você pode acessar gratuitamente meu manual completo de saúde:
👉 https://dominesuasaude.com.br/

Compartilhe. Pode ajudar alguém que está tratando apenas o exame, mas ainda não entendeu o contexto.


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As informações, textos e imagens desta publicação têm finalidade exclusivamente educativa e informativa.

Este conteúdo não constitui consulta médica, diagnóstico, prescrição, recomendação individualizada de tratamento, nem incentivo à automedicação.

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Compartilho aqui os frutos dos meus estudos, leituras e atualizações científicas recentes, sempre com a intenção de ajudar as pessoas a compreenderem melhor temas relacionados à saúde e, assim, participarem de forma mais consciente das decisões sobre seus cuidados médicos.

Fiquemos todos com Deus.

Dr. Ícaro Alves Alcântara

CRM: 11639/DF | RQE N.: 8221

Contato: 61 99646 - 7775

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